Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2007

Candeia 3

Na reunião da ANS/GNR com o MAI, em 06FEV07, foi levantada (pelo MAI?) a questão dos escalões de comando, tendo a Associação defendido que, a ser eliminado algum escalão, este deveria ser o de brigada. Manifestou-se ainda no sentido de se agilizar o comando, aproximando-o das bases.

Veio a constar ao Zé Guita que, na sua reunião de 07EV07, a AOG se manifestou pela indispensabilidade de manter o escalão de comando ao nível brigada.

 

 Desde logo, Zé Guita levantou uma questão: qual será o resultado de um balanço pormenorizado em termos de custo-benefício da eliminação do escalão brigada? Eliminar quatro ou mesmo oito brigadas forçosamente implicaria criar estados-maiores e serviços de apoio em vinte e tantos grupos.

O problema da economia de custos financeiros exige análise rigorosa e exaustiva: quantitativos de pessoal, categorias hierárquicas, instalações, equipamentos, encargos de transferências...

Comentário de Agapito reforça ainda mais esta dúvida: o CG passaria a coordenar e a super visar vinte e tantas unidades; é sabido que a capacidade de boa manobra operacional não deve exceder a relação de um para três ou quatro.

 Zé Guita modera, lembrando que não é normal actividade da Guarda a manobra táctica ou estratégica simultânea de três ou quatro unidades, ainda menos de vinte, mas, mesmo assim, adivinha-se “faz de conta” e muito pouco operacional um comando com vinte e tal unidades. A flexibilidade que se possa ganhar por um lado pode ser contrabalançada com perda de controlo funcional por outro lado... É certo que a tendência do policiamento de proximidade vai no sentido de passar mais capacidade de decisão e responsabilidade para quem está no terreno. Mas há que ponderar com muito cuidado.

 

O comentário de Agapito lembra que o escalão operacional por excelência é o destacamento, seguido do grupo, sugerindo que se evolua para comandos regionais apenas operacionais.

O comentário de Anónimo aponta o grupo como centro nevrálgico do sistema.

O comentário de Guarda Abel coloca a hipótese de um modelo de segurança interna do tipo monismo policial segmentado.

 

Sendo praticamente unânime a manifestação de desejo de reestruturação e modernização da Guarda, é também muito forte a manifestação no que toca à recusa em aceitar como definitivas as análises e as propostas da Accenture.

publicado por Zé Guita às 00:21
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