Terça-feira, 27 de Fevereiro de 2007

Candeia 9

Na reunião no MAI em 06FEV, no capítulo da formação, foi referido (por quem?) que o nível de escolaridade de ingresso tem de ser igual nas duas forças de segurança, para evitar certos estigmas e a criação e alguns estereótipos que acompanham a GNR desde há alguns anos e que são susceptíveis de diversos tipos de aproveitamento, designadamente, aparecer aos olhos da opinião pública como uma força de segurança de segunda linha.


Garção comenta concordar que existe ainda, na opinião pública,esse estereótipo do "guardilha" mal formado, sendo certo que tal ideia se está a esbater cada vez mais em função do profissionalismo demonstrado pelos militares.

 No entanto, duvida que seja viável formar correctamente, em dois alistamentos previstos num só ano, pessoal para as cerca de 2500 vagas que visam colmatar a falta de recursos humanos nas subunidades de base da Guarda.

Interroga se será possível formar correctamente mais de 1200 agentes de autoridade em apenas seis meses. É necessário formar melhor o pessoal, se necessário, ultrapassando os habituais 9 meses de duração de um curso. É evidente que o espectro da missão aumentou e espera-se que continue a aumentar, pelo que o capítulo da formação deve acompanhar essa tendência, sob pena de regresso do antigo estereótipo no seio da opinião pública. É essencial capacitar o pessoal para transmitir uma imagem de profissionalismo sem mácula.

Jeremias, o fora da lei comenta que há alguns anos concordava que não havia razão para as habilitações dos elementos de base da GNR e da PSP serem diferentes e, para o ingresso na GNR, ser ainda obrigatório ter cumprido o serviço militar.

Hoje, pensa que esta diferença só existe ao nível do discurso. Quando os militares chegam ao alistamento, já deixaram de estudar há alguns anos! E, nesta altura, possuir o 9.º ano ou o 11.º não tem grande diferença! Concorda com qualquer das decisões que venham a ser tomadas.

Acha que o órgão base de atendimento ao público, o Posto na GNR e a Esquadra na PSP, são diferentes na sua concepção e funcionamento, sendo aqui que começa a grande diferença entre ser “guarda” e ser “polícia”: enquanto este nunca está sozinho, pois a qualquer hora do dia ou da noite, tem sempre pelo menos um chefe a quem recorrer, o guarda, a partir das 18H00, é quase sempre um homem só. E este é o passo que a Guarda não deu. Não se concebe que o Posto da Guarda encerre as portas ao público durante a noite e, muitas vezes, para ser atendido, um cidadão tem que esperar na rua que existam condições de segurança para ser recebido. Pergunta por que fica o posto da GNR entregue a um patrulheiro durante a noite? Não se diga que existem telemóveis, rádios, etc., que o homem nunca está sozinho.

Muitas vezes é entregue expediente em Tribunal sem que um graduado o veja. Nem que o executante seja licenciado e o graduado possua apenas a 4.º classe, a responsabilidade última deve ser sempre de quem dirige ou supervisa, não de quem executa. E supervisar por telemóvel será cómodo, mas pode acarretar dissabores.

Pirex comenta não vislumbrar quais são as grandes diferenças na função polícia para que se distingam requisitos de candidatura para as duas forças. Os esterótipos que existem, em sua opinião, não têm essecialmente a ver com esta questão mas sim com o passado recente da Guarda, em que se dizia que os militares não precisavam de pensar. Estudos eleborados sobre a escolaridade dos cidadãos que se candidataram ao curso de formação de praças indicam que há uma percentagem significativa de candidatos com curso superior e que para os que possuem o 9º ano há oportunidade de continuarem os seus estudos.

Não sendo contra o aumento deste requisito para o 11º ano de escolaridade, a manutenção das actuais condições não lhe desagrada, não vendo aqui um problema.

Ferrão comenta que o estereótipo em questão não tem tanto a ver com a escolaridade mínima requerida para a entrada na Guarda. Ele deve-se sim, cada vez mais, à deficiente selecção para admissão. Não existe uma eficaz análise de atitudes e comportamentos éticos. Assiste-se à entrada de algumas pessoas que cumprem os requisitos mínimos, mas cuja personalidade não encaixa no perfil necessário.   

É preferível trabalhar com um elemento que tenha apenas o 9º ano mas que inspire confiança e que tenha atitudes e comportamento dignos de militar da Guarda, do que com um licenciado cuja postura seja arrogante e não se integre.

Guarda Abel comenta haver responsabilidade para este estado de coisas em elementos que fazem regredir a área de formação, dando prioridade absoluta, em termos dogmáticos, à pureza militar, e recusando modernizar o modelo de formação.


  Bug comenta, contrapondo a Guarda Abel que o modelo agora estará mal, mas antes também não estava muito melhor.

 Guarda Abel responde que certos interesses pessais e visões particulares sobre a forma de organizar uma instituição podem ter resultados contraproducentes. A estratégia das organizações não pode balancear ao sabor de modas e caprichos. Deve assentar em bases sólidas e não mudar por que mudam as pessoas. A Guarda não tem uma visão de longo, médio e curto prazo. Muitas vezes, improvisa-se de acordo com as ideossincrasias de quem está a comandar. Portanto, interessa reflectir sobre o que pode e deve ser feito.

Zé Guita: É frequente encontrar desempenho de alta qualidade em elementos da GNR com baixa escolaridade e prestação deficiente em militares com maior qualificação académica (esta, sendo condição necessária mas não suficiente, não é factor decisivo). Parece mais defensável e útil optar por requisitos idênticos nas duas forças, mas nivelados por baixo e não por cima, com alto nível de exigência na selecção: aumentaria o quantitativo de candidatos, não discriminando oportunidades, seleccionando os melhores e eliminando estereótipos diferenciadores. 

As exigências da formação do pessoal aumentam enormemente. Além da necessidade de formar muito bons especialistas em diversas áreas, acresce a exigência de qualificar bem em polivalência o pessoal do patrulhamento geral, e ainda se coloca a questão de dotar com perícia os agentes do policiamento de proximidade.

Quanto à duração dos cursos, ocorre lembrar que situações de emergência podem exigir soluções do mesmo tipo.

No tocante ao “homem só” no posto durante a noite, estando de acordo com a desejável melhoria das condições, creio que o problema residirá sobretudo na limitação de efectivos. Já a supervisão de expediente por um graduado parece ter de passar a ser de responsabilidade repartida, pois há que adaptar à prática do policiamento de proximidade, que implica maior iniciativa e responsabilização de quem está no terreno.

No que respeita à maior ou menor “pureza” militar da formação, a solução indicada para satisfazer a militarização (não o militarismo) e a civilinização (não o civilismo) está num sistema misto: formação base em escolas da Guarda, com matérias, instrutores e professores militares e civis; formação complementar em escolas civis.

A estratégia impessoal a curto, médio e longo prazo é exigência vital e incontornável, para que uma organização se desenvolva e perdure em termos institucionais.

publicado por Zé Guita às 13:31
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16 comentários:
De LICENCIADO a 27 de Fevereiro de 2007 às 22:20
Formação e instrução
Artº 213º do Estatudo dos Militares da Guarda Nacional Republicana (Del - Lei nº 265/93, de 31 de Julho):
"O recrutamento para oficiais dos quadros é feito entre alunos que frequentarem os cursos de formação de oficiais e, nos termos de legislação especial, os licenciados que pertençam aos quadros da Guarda ou tenham cumprido o serviço efectivo normal como oficiais das Forças Armadas, mediante a frequência do respectivo tirocínio de formação com aproveitamento"

O referido estatuto já foi alterado oito (8) vezes nos treze anos em que está em vigor. O Governo, numa atitude de pessoa de má-fé, não cumpriu, ainda - durante 13 anos - o dever de legislar no sentido de ser publicada a "legislação especial" que permita que os licenciados - Sargentos e Praças - que pertençam aos quadros da Guarda, sejam recrutados para oficiais dos quadros. Não está aqui em causa se se justifica ou não nem tão pouco se seriam melhores ou piores profissionais dos que possuiem a 4ª classe ou o 9º ano de escolaridade. O que esta em causa é o dever de legislar por parte de quem de direito. É de lamentar que um Estatuto, que está em vigor há cerca de 14 anos, tenha muitos dos seus comandos legais por regulamentar, criando, assim, expectativas legitimas aos seus destinatários que, como se verifica, promove uma desmotivação generalizada no universo daqueles que possuiem as condições previstas nesses comandos. Há uma coisa chamada prazo rasoavel, que pelos vistos uma pessoa de bém (o Estado) não dá o exemplo.
Treze anos.....é, de facto, um prazo, neste caso, capaz de fazer pensar se estão perante uma pessoa de bem ou se de um charlatão.

"CIVIL"


De Zé Guita a 27 de Fevereiro de 2007 às 22:38
Para Licenciado:
Zé Guita está completamente de acordo em que se trata de situação que de há muito devia estar resolvida.


De primário a 27 de Fevereiro de 2007 às 22:49
como se pode legislar e dar entrada a um licenciado que escreve "rasoavel" quando deveria escrever "razoável" ???
Para isso já cá temos que cheguem. Obrigado
4.ª classe


De Zé Guita a 27 de Fevereiro de 2007 às 23:41
ParaPrimário:
O seu ponto de vista percebe-se mas não resolve o problema. O caminho a seguir não passa por troca de "galhardetes".
Há lugar para todos, desde que bem integrados.
Creio que a selecção para ingresso deve ser rigorosa e igual para todos, como igual para todos devem ser a formação e a avaliação do desempenho.
Deve haver regulamentação clara e cumprida à risca.
As relações de respeito mútuo e de camaradagem devem estar sempre presentes.



De LICENCIADO a 27 de Fevereiro de 2007 às 23:20
Desculpem os "erros" de português no meu anterior comentário. onde se lê "rasoavel" deve ler-se "razoavel".

"CIVIL"


De Anónimo a 28 de Fevereiro de 2007 às 18:38
Quer, com certeza, escrever "razoável"...


De Por uma GNR moderna a 28 de Fevereiro de 2007 às 00:07

Uma componente de que ainda ninguém falou, foi a do fardamento.
A aparencia, o atavio como os policias se apresentam em publico é hoje muito importante.
Porque quer queiramos ou não, o que salta á vista em prmeiro lugar, aos olhos do cidadão é a farda e o equipamento que o policia usa , sendo a farda em primeira instãncia o factor decisivo para a aproximação do guarda ou policia ao cidadão.
Neste campo a GNR ainda não conseguiu altera a imagem, porque em termos de farda e principalmente o odiado "decalitro" mais uma vez foi copiado nas feições do seu irmão gémeo -versão moderna com elástico.
É caso para dizer, Meu Deus tanta falta de imaginação que existe na Guarda.
Já que vamos mudar por favor mudem também de farda e boné.

Boa noite


De Anónimo a 28 de Fevereiro de 2007 às 09:26
Caro amigo, o que mais existe na Guarda é imaginação. Está é mal dirigida!


De Zé Guita a 28 de Fevereiro de 2007 às 11:53
Para Por uma GNR Moderna:
Este post pretende tratar das habilitações escolares para ingresso na GNR. Não vamos dispersar-nos.
Sempre lhe deixo a minha opinião de que, sendo o uniforme um símbolo institucional muito importante no caso da função polícia, não deve ser alterado com grande frequência, podendo gerar confusões ou dúvidas de identidade. Não tem havido imobilismo, pois durante a minha vida , assisti já a diversas alterações nesse campo. Penso que os uniformes devem ser adequados em termos de funcionalidade, conforto e imagem, mas as suas alterações devem ser compassadas.
"Odiar o decalitro" é uma questão de perspectiva: já lá vai o tempo em ele sozinho mantinha a ordem nos bailes... Não se tratará tanto de não conseguir mudar a imagem mas mais de conservar uma imagem de marca fortemente implantada.
Importante e prioritário é modernizar a Guarda a nível de grandes questões, deixando para depois os pormenores, aliás respeitáveis.


De LICENCIADO a 28 de Fevereiro de 2007 às 00:41
Outra questão complexa respeitará à destriça entre as liberdades teóricas, abstractas, apenas visionadas, ou apenas definidas, pelo legislador; e as liberdades reais, efectivas. Estas implicam segurança. Isto é, a certeza, ou, ao menos, a elevada probabilidade, de que as liberdades definidas poderão exercer-se. A problemática da liberdade é, assim, por natureza, inseparável do respeito da autoridade, das estruturas da polícia e da administração da justiça, sem eficácia das qualidades não haverá liberdades reais.
Alguém se importa, hoje, com a "eficácia das qualidades"???

Tem-se geralmente reconhecido a inviabilidade de um nível igual para todos quanto aos resultados. Mas é frequente a insistência numa «igualdade de oportunidades», numa igualdade nas posições de partida. Pôr-se-á a questão de saber se essa suposta igualdade fictícia pela generalidade do conhecimento prévio de desigualdades abissais entre os concorrentes, não estará na origem de dramáticas expectativas e de trágicas frustrações, cuja razão será dificilmente entendida pelos vencidos, e com dolorosas consequências tanto nos planos individuais como no colectivo. Essa «igualdade de oportunidades» também parece implicar que o poder político disponha de uma esfera de acção total.
Que esfera de acção tem o poder político actualmente? Onde estão os verdadeiros "mestres" da conpetência...? certamente fora da política!!!

A regulamentação do CAA , foi celere: o Estatudo de 1993 e a regulamentação logo em 1995 e, por isso ,se passou de Capitão a Major, sem chumbos, e daí a Coronel enquanto o "diabo-esfrega-um-olho". E os licenciados (Sargentos e Praças).......???

(civil)


De Guarda Abel a 28 de Fevereiro de 2007 às 16:18
Caro Licenciado,
Gostaria de lhe falar um pouco de «desconstrução», talvez este método seja a utensilagem mental necessária para nos situar na problemática.
A «desconstrução», conceito elaborado por Jacques Derrida é uma crítica aos pressupostos dos conceitos, nomeadamente os de ordem filosófica, embora seja admissível usar este processo crítico na análise dos conceitos subjacente ao discurso da argumentação.
A «desconstrução» não significa destruição, mas sim desmontagem, decomposição dos elementos da escrita. A «desconstrução» serve nomeadamente para descobrir partes do texto que estão dissimuladas e que interditam certas condutas. Esta metodologia de análise centra-se nos textos i.e. no enunciado da ideia.
Por conseguinte, e salvo melhor opinião, deixo-lhe um comentário irónico (mas não maldoso) na esteira do «descontrutivismo Derridiano» e que responde às suas inquietações:
«O problema da formação do Oficialato é de ordem simbólica e tem a ver com o critério de origem i.e. o local onde se “nasceu” para o Oficialato. Quem nunca foi praxado na AM, quem não conhece os mistérios e não é iniciado, não pode ser reconhecido como Oficial. Será sempre um miliciano espúrio, condenado para o resto da sua infame carreira de segunda categoria. Os Generais e seus clones, em alegre confraria, são uma associação de tipo maçónico, que só reconhece os seus pares se estes tiverem passado pelas mesmas provas iniciáticas. O mérito e a formação académica são irrelevantes se não mesmo contraproducentes. Um General precisa de ter uma «família» para acolher, escolher os seus delfins, definir linhagens, cuidar e fazer carreiras aos apaniguados. Isto é a essência da coisa militar. Uma forma de nepotismo corporativo, se assim quiserem entender. Mudar este estado de coisas implicava mexer dolorosamente no poder pessoal dos Generais. Aliás se a coisa mudasse deixavam de ser Generais e passavam a chamar-se outra coisa qualquer… E isto eles, obviamente, não querem. Seria a sua identidade que estaria em jogo, o seu poder. Por isso, em surdina, muitos gostariam de dizer: Oloooô?... Milicianadaaaa?….Dhaaaa! Desçam à terra e vão para casa depressa! O futuro não vos pertence e os Generais não vos reconhecem. Vós (Oficiais da GNR dos CFO, Sargentos e Praças Licenciados) sois uns empecilhos, uma erva daninha neste quintal militar. A natureza é imutável, não queiram mudar o mundo, antes mudem vocês, vejam a verdade revelada, não ponham em causa os mistérios insondáveis e intangíveis deste maravilhoso dogma militar.»
Saudações do Abel
P.S: Segundo o CM, os Oficiais licenciados em «Ciências Militares» vão provocar um cisma na AOG, porque não querem a concorrência do Oficiais oriundos da Antiga Escola Central de Sargentos (Águeda) na ascenção a Oficial General. Como se vê a mentalidade de casta e critério de origem teima em não desaparecer. O mito caiu, «o Rei vai nú», novo mito vai aparecer: os futuros Oficiais licenciados em «Ciências Políciais variante GNR», formados na futura Escola conjunta com a PSP, perconizado pela Accenture e que o Governo decidiu implementar. A travessia no Deserto para aqueles a quem foram vendidos sonhos de serem o futuro da Guarda vai começar...


De LICENCIADO a 28 de Fevereiro de 2007 às 22:38
"A travessia no Deserto(...) vai começar". Talvez....!!!

Veja-se a revista "os pára-quedistas" de Novembro 2006 - Nº 11 e, ali, o tema do Coronel pára-quedista (reserva), Barroca Monteiro, com o título " AS FORÇAS ARMADAS E O FUTURO": « Os nossos políticos e generais, incitam-vos a manter a disciplina, aceitar os sacrifícios por melhores dias, um futuro melhor para todos, dizem eles. É um apelo inútil e enganador. Vós, tal como a população em geral, o povo, não fazeis sacrifícios se não para permitir que eles continuem com os seus privilegiados estatutos..."

Sabe, Guarda Abel...parece que nada se alterou desde "TIBERIUS" que de cima do estrado, usou palavras de forma a lisonjear a insurreição dos escravos, dizendo: " Os nossos generais incintam-vos a lutar pelos templos e pelas sepulturas dos vossos antepassados. É um apelo inútil e enganador. Vós não tendes altares dos vossos pais, vós não tendes túmulos ancestrais, vós não tendes nada. Vós não combateis e não morrereis senão para assegurar o luxo e a riqueza dos outros...

Agora é só reflectir......

(Civil)



De refractário a 6 de Março de 2007 às 16:03
Os licenciados vão fazer pela vida. Isto é, vão estudar e concorrer aos cursos que estão disponíveis a quem tiver unhas para tocar a guitarra. Já cheira mal virem com este falsa questão.


De marta a 30 de Janeiro de 2008 às 22:14
ola!
quero saber com que idade é que posso concorrer ao concurso de praças da gnr e quais as habilitaçoes literarias minimas.
por favor responda para o e-mail: girl77775@gmail.com

obrigado


De André a 21 de Fevereiro de 2008 às 13:58
gostava de sab er quais sao os requisitos para poder concorer a praça da gnr..tenho andado a procura mas a informaçao nao tem sido a mais precisa..respondem para o meu mail sff
roots_98@hotmail.com


De diana a 22 de Janeiro de 2009 às 23:28
ola!! gostava de ficar esclarecida em relacao ao recrutamento para oficiais da GNR. se um civil quiser concorrer a esse posto será possivel? quais os requisitos necessários ?
poderá esponder para:dianamorgado7@hotmail.com
brigada


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