Terça-feira, 6 de Fevereiro de 2007

Aviso à Navegação

A desmilitarização da Gendarmeria belga,

uma gestão "empresarial" desajustada,

uma política de desmantelamento:

conduziram à extinção da Gendarmeria! 

Em Portugal, há que ponderar a reforma com muito cuidado.  

sinto-me: a imaginar perigos.
publicado por Zé Guita às 01:39
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3 comentários:
De Anónimo a 6 de Fevereiro de 2007 às 15:50
Atento ao conteúdo das postagens aqui colocadas, atrevo-me a trazer para aqui, uma postagem encontrada por mero acaso num "Blog vizinho", que julgo ter algum interesse para a discussão aqui levantada, que no meu modesto entendimento toca no ponto nevrálgico das tais reformas anunciadas. e do porquê das messmas não avançarem. (Interesses obscuros, será...)

«Três décadas após a transição do Estado Novo para a Democracia, a Guarda contínua a manter intacta a sua estrutura nuclear. O dispositivo territorial em quadrícula mantém-se; Comando Geral; Comandos de Brigada; Grupos; Destacamentos; Subdestacamentos e Postos e as duas Unidades de reserva, Regimento de Infantaria e Regimento de Cavalaria.É um dado irrefutável para quem tem observado de forma atenta a evolução desta Força de Segurança, que o que mudou nalguns casos foi apenas a numenclatura e a elevação hierárquica das estruturas de Comando.
Os postos cimeiros de chefia continuam ocupados por oficiais vindos do exército, tal como antes. Com a diferença que antes eram coronéis que vinha do exército comandar as Brigadas, agora são Majores Generais.Com esta mudança quem lucrou ?... O exército, a classe de oficiais da Guarda, quém... Pergunta lógica. As mudanças/alterações decretadas foram evolução positiva ou aumento desastroso de custos financeiros para o Estado?
Assim, em termos de evolução social e modernização a grande maioria do efectivo que compõe a Guarda pouco ou nada a sentiu ou beneficiou delas. Então o "chavão" várias vezes repetido que: « a Guarda tem evoluído e sabido adapatar-se á mudança, sem sobressaltos e de forma serena», faz sentido. Porque a serenidade com que a Guarda vai dando os seus "pequeninos saltos", rumo à modernização e evolução social, ao progresso, tantas vezes apregoado em ocasiões de pompa e circunstância, são dados de forma tão serena, que naturalmente nunca chegarão a causar "sobressaltos" no trem da velha Guarda. Por isso, esta, continua muito aquém da tal evolução e mudança apregoada e desejada. Principalmente nas áreas; administrativa e logistica e mais grave ainda, no tocante à componente humana. Situações há, que a evolução é mais virtual do que real, noutras a evolução e adaptação ( casos recentes de alteração da lei da reforma e assistência na doença, além de outros, como a "rigidez" castrense a aumentar) é o retrocesso. O regresso ao "Estado Novo", (perdão pela expressão,). Dcorridos todos estes anos, de substantivo verificamos que houve as tais alterações já expostas e alguns "ajustes" aqui e ali no dispositivo operacional, provocados por imperativos de ordem politica. Extinção de outras Corporações, como a ex-Guarda Fiscal e agora recentemente a Policia Florestal, mais que por vontade clara e objectiva de mudança ou iniciativa e propostas que tenham partido de dentro da própria Guarda, salvo clarificação e esclarecimento em contrário. Aqui coloca-se uma dúvida:Será que quem conduziu os destinos da GNR ao longo destes anos, nunca terá sentido o pulsar da Corporação, a necessidade de alterar ou propor para que fosse alterado, o que há muito tempo sem vem pondo em causa. O que há muito noutras intituições se extinguiu, deixou de se usar devido à evolução social e tecnológica, foi considerado obsoleto e oposto ao contexto e realidade em que a sociedade hoje vive...É isto que causa estranheza, dúvida nos filhos do"Povo" que "moram" dentro da Guarda.Razões para tal, procuramo-las em cada dia que passa.
Falta de visão estratégica, incapacidade, falta de vontade política, comodismo ou o laço afectivo e saudosista do passado. Este; que prende e amarra ao passado a Guarda e os milhares de seres humanos que juraram servir a nação portuguesa, nas suas fileiras... Uma resposta seca, a de sempre...Motivos financeiros.E as alterações que não carecem de dinheiro, porque nunca se efectuaram ?Não interessa responder...
A continuar assim, a Guarda será eternamente para a maioria, o sonho e a promessa adiada, que em cada dia que passa, mais a vêm como eterna prisioneira do passado, quando uma minoria no ângulo oposto a vê como a vítima da evolução social e económica da sociedade.
O tempo não pára e as "cirurgias plásticas nada resolvem" apenas mudam o aspecto exterior»


De Zé Guita a 6 de Fevereiro de 2007 às 18:32
Caro Anónimo
É compreensível que tantas interrogações a aguardar resposta ocasionem estranheza...
A vida é feita de mudança e navegar é preciso.
Mas nesta conjuntura, em que se anunciam tonitruantes reformas, não se pode perder de vista o essencial nem dispersar esforços.
Soluções precipitadas ou mudanças plásticas podem dar lugar ao caos. É importante eleger as maiores prioridades e avançar com firmeza numa direcção bem clara.
De momento, não entro em discussão de aspectos que dependem de grandes linhas a definir.
Todos os comentários têm lugar e devem ser levados em conta. Aguardamos por mais.
Porém, sobretudo, recordo o dito bastante conhecido de que o Hitler perdeu a guerra por ter querido combater em mais de uma frente ao mesmo tempo.


De Paulo1911 a 6 de Fevereiro de 2007 às 23:00
Um grande lição para os que estão a preparar a reforma:

Estudai, conhecei a fundo todos os oficiais do vosso regimento; sem este conhecimento sereis enganados cada dia; ireis confundir a modéstia com a falta de talento; a confiança que dá a persuasão da força, com uma vã basófia, o amor da justiça e do bem com a delação, a inveja ou uma ambição desmedida; a moderação com a aspereza; tomareis os conselhos dados pela lisonja ou interesse, pelos que a sinceridade dita; pensais cobrir de recompensas a virtude, e os recompensados serão os que vivem da intriga; julgais proteger os talentos verdadeiros e não ajudais senão talentos aparentes e fictícios.




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