Segunda-feira, 12 de Fevereiro de 2007

Pirilampo 12

12. Caso ela venha a ser implementada (foi esclarecido que a sê-lo será apenas num número reduzido de Postos), foi proposto que para o efeito fosse permitido aos Sargentos ascender à categoria de Oficiais em moldes diferentes daqueles que são permitidos actualmente, tendo em vista o comando dessas subunidades, à semelhança do caminho que foi trilhado pela Gendarmerie em França.

publicado por Zé Guita às 00:52
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6 comentários:
De Guarda Abel a 12 de Fevereiro de 2007 às 12:12
A propósito de Congénere, deixem-me delirar com o seguinte modelo de organização para uma nova Força de Segurança:

1. Acabe-se com a categoria das Praças e em sua substituição crie-se um quadro auxiliar e contratado a termo certo para funções não policiais e de apoio geral (a Gendarmerie não tem soldados);
2. Acabe-se com a categoria de Sargento e crie-se a categoria de Sub-Oficiais e com no máximo quatro patentes (1º Sub-Oficial; Sub-Oficial Principal e Sub-Oficial Chefe)
3. Faça-se o achatamento das patentes em Oficial para três e introduza-se nos postos superiores nomenclatura de Intendentes (Tenente, Capitão, Intendente e Intendente-chefe)
4. Acabe-se com os Generais, designando-os como Comissários (tal como na ONU se faz)

Não levem isto muito a sério. É só «brain storming». Espécie de exercício maiêutico…



De guarda ricardo a 12 de Fevereiro de 2007 às 15:46
camarada Abel realmente esta proposta não pode mesmo ser levada a sério. Essa dos comissários em lugar de generais cheira-me a polícia e de Angola onde essas categorias dizem eles serem correspondentes a gen.Ou se é militar ou não . O resto é brincar aos soldados. Ricardo


De Guarda Abel a 12 de Fevereiro de 2007 às 16:41
Negar só por negar, julgo ser um exercício redutor de um »brain storming» . O exemplo aqui descrito não passa disso mesmo, um exercicio teórico q tem subjacente, as seguintes premissas: fim da categoria praça e reforço da categoria intermédia q aglutinaria a categoria de base à semelhança da congénere francesa. Definição de um corpo de Oficiais com numenclatura privativa ( a marinha não tem Generais tem Almirantes e o facto de ser ou ter uma genética militar não a impede de possuir sua nomenclatura de patentes como forma, aliás de afirmar uma identidade própria) e o achatamento de carreiras. A definição de postos de alta direcção vem no mesmo sentido. Quanto à questão de ser mais ou menos militar está por demonstrar se o exército será a «alma mater» da dita condição castrense. Se assim for, é melhor criar na GNR o 2º Furriel, o soldado arvorado e o Cabo adjunto para n haver dissonância cognitiva nem fugas ao arquétipo primordial...


De Anónimo a 12 de Fevereiro de 2007 às 19:47
Guarda Abel, Guarda Abel,
comentário às 12H12 e 16H41?
Pouco trabalho, balda pura ou algum previlégio?
De folga ou de ferias não vale responder?

Aquele que tinha jeito para ser DI


De Guarda Abel a 13 de Fevereiro de 2007 às 17:07
Caro anónimo
Preocupado com os Índices de produtividade ou o irresistível tique policial dos que se entretêm a vigiar e a delatar...
Inveja, desdém, ameaça....
Porque não comenta ideias e está mais preocupado com a figura do Guarda Abel? Será que essa personagem existe?
Não se preocupe que se calhar há muitos Abeis e que não são Guardas.
Cumprimentos e apareça para comentar ideias.


De Zé Guita a 14 de Fevereiro de 2007 às 10:55
Caro Guarda Abel
Se me permite fazer um juizo, considero bastante bem demonstrada a sua real capacidade para lidar com as ferramentas da lógica. Acontece que o Securitas sonha atingir uma audiência mais vasta do que permite tal tratamento. A ambição fica-se pela realidade dos factos sociais, tal como são realmente.
Congratulo-me com o (também) facto altamente prestimoso de o Guarda Abel vir declarar-se pelo comentário de idéias e desejo muitos acompanhantes no mesmo sentido.
Bons ventos.


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