Segunda-feira, 2 de Maio de 2011

"DA MINHA LÍNGUA VÊ-SE O MAR"

Do Portugal do Poder Ser  à Via Lusófona

 

Posta em relevo e interiorizada a espiritualidade como característica da portugalidade - entendida esta como “uma forma de identidade da qual a língua portuguesa constitui um pilar essencial” -  representando o melhor de Portugal e dos portugueses em sentido universalista; equacionado um caminho em busca do Portugal que Pode Ser – a partir do mito do V Império, rumo a um futuro melhor, conjugando o sonho com a realidade; tendo em conta a actual circunstância ameaçadora da redução a Estado exíguo – quando tudo é incerto e derradeiro; impõe-se assumir sem mais hesitações que É a Hora!, sendo premente a passagem à acção - orientada esta pela linha estratégica de um projecto mobilizador da Nação.

 A Cidade, enquanto colectivo organizado dos cidadãos, encontra-se abalada pela perda material do Império Ultramarino; pela transferência de soberania para o poder centrípeto da União Europeia; pela fortíssima instabilidade multidimensional  própria de uma revolução civilizacional cada vez mais evidente; e pela incerteza, perda de confiança, criminalidade, violência e insegurança física e psicológica que se vêm desenvolvendo a nível internacional e no âmbito interno em consequência das sucessivas e simultâneas crises financeiras, económicas, políticas e sociais. Os órgãos institucionais do Estado mostram-se incapazes de vencer a conjuntura perigosa em crescendo; a sociedade civil, tomada de assalto por sucessivas ondas depressivas, encontra-se largamente desmotivada, descrente e com tendência para alhear-se.

Revela-se inadiável congregar as forças que o Estado ainda tem para “marchar contra os canhões” da situação adversa. Para tal conseguir, há que gritar bem alto “às armas! às armas!”, causando ruído suficientemente estrondoso para acordar o Povo e, conseguidas a atenção deste e a adesão de algumas elites, mobilizar a Nação para se empenhar na luta orientada por um projecto estratégico que reactive a esperança e dê vida aos sonhos.

Cerca de setenta anos de domínio absolutista não conseguiram apagar as nações submetidas ao poder soviético, que ressurgiram pujantes e continuam a afirmar-se; de modo semelhante, recuperaram a individualidade política as nações englobadas no Estado jugoslavo. A Nação portuguesa, com a sua identidade nacional afirmada ao longo de quase nove séculos e com a individualidade política bem marcada pelas fronteiras terrestres  consideradas das mais antigas da Europa, possui fortes raízes anímicas. Rodeada de Espanha por quase todos os lados, o seu espaço de liberdade está no mar em frente: “O que faz Portugal é o mar!”; regressada das aventuras marítimas ao confinamento territorial da Europa, deixou espalhados pelo globo terrestre quinhentos anos marcados pela criação da Era Gâmica, tendo dado origem a “O Mundo que o português criou”, praticando extensivamente o contacto de culturas e a integração das mesmas. As caravelas regressaram, ao estreito território europeu, trazendo saudades e traços culturais oriundos das mais diversas paragens; tendo deixado na esteira das longas e duradouras rotas navegadas afinidades, usos e costumes e muito principalmente a língua portuguesa. É assim que hoje, confinada à varanda do espaço europeu, a Nação descobre que “Da minha língua vejo o Mar” e pode conjecturar  “O Poder Ser” desenvolvendo a “Portugalidade” como um avatar cultural.

Daqui ressalta o interesse vital do Mar: Portugal não é um país pequeno, pois dispõe das maiores ZEE e plataforma continental da Europa. Por esta mesma razão, Portugal não é um país sem reservas naturais. As potencialidades económicas do Mar português são do maior interesse para Portugal e cobiçadas pelos parceiros europeus. Também se vislumbra a grande dimensão do interesse futuro da Língua Portuguesa, como veículo  potenciador para o desenvolvimento da CPLP. Ambos os interesses são de considerar fundamentais para projectar uma Via Lusófona no sentido de construir uma União como alternativa possível à União Europeia.

publicado por Zé Guita às 05:19
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Quinta-feira, 14 de Abril de 2011

O FUTURO JÁ COMEÇOU

Fruto de insónias e motivando reflexão, sugiro a leitura do artigo acima titulado, inserto na revista SEGURANÇA E DEFESA nº 17, ontem lançada. Compreende os seguintes subtítulos:

- Da Descontinuidade à Mudança Cultural

- Da Mudança à Insegurança Social

- A Força Centrípta da Europa

- Uma Nova Era

- Esgotamento do Modelo

- Sobreviver à Revolução

 

 

publicado por Zé Guita às 11:59
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Domingo, 10 de Abril de 2011

INTERROGAÇÃO GRITANTE

Aquisição de leituras da insónia: 

 

 

Na sua Introdução à Cultura Portuguesa, o filósofo Miguel Real, numa aproximação antropológica, aponta e descreve quatro complexos culturais identificáveis e que ao longo de oito séculos criaram a identidade de Portugal e do homem português:

- o complexo viriatino: a imagem mítica de Viriato – herói impoluto, puro, virtuoso, soldado modelo, chefe guerreiro íntegro, homem simples - congrega e retrata a vivência dos portugueses da fundação, da reconquista, da independência e dos descobrimentos, exemplarmente identificados em Egas Moniz, Nuno Álvares Pereira, Afonso de Albuquerque e D. João de Castro.

- o complexo vieirino: um país que se achou eleito para grandes feitos entra em decadência e, sentindo-se insignificante, recorre ao providencialismo de António Vieira e sonha com o V Império.

- o complexo pombalino: perante o fracasso do sonho e tomando consciência da inferioridade, assume relevo o esforço para efectuar uma viragem aos modelos modernizadores e desenvolvimentistas da  Europa, conduzido e figurado pelo Marquês de Pombal.

- o complexo canibalista: “um homem e um país mesquinhos, venenosos e bárbaros, permanentemente ansiosos de purificação, … criando correntes políticas e intelectuais que tèm apenas sobrevivido da canibalização das correntes adversárias, negando-as e humilhando-as.” De 1580 até 1980, os portugueses devoraram-se uns aos outros numa autêntica culturofagia, destruindo e esmagando os adversários considerados como inimigos de morte, alvos a abater, cujas obras devem desaparecer. E grandes figuras nacionais abandonam desalentadas, exilam-se, suicidam-se …

 

Interrogação gritante que não me deixa adormecer: 

Qual destes complexos se afirma preponderante no Portugal e no português actuais, considerando os tristes espectáculos mediatizados que  agridem, esmagam visões e vivências???

 

 


 

publicado por Zé Guita às 14:03
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Quarta-feira, 16 de Março de 2011

O PODER NA RUA

            O Ocidente, a Europa e Portugal enfrentam as múltiplas ameaças que acompanham a revolução civilizacional. No seu percurso, a revolução destroi tenazmente as instituições existentes, na tentativa de as substituir por novas estruturas.

            A instabilidade alastra e a insegurança generaliza-se. A crise é multifacetada e propaga-se a alta velocidade.

            A sede do Poder, que esteve largo tempo nos partidos políticos, volatiliza-se e, ao que tudo indica, está a cair na rua, empurrada por uma “geração à rasca” e entregando-se às mãos de uma dita  “geração rasca”.

            É tempo de acabar em definitivo com as manobras para igualar a GNR com a PSP. Elas não são iguais e tal tentativa é erro grave.

           Mais do que nunca, Portugal precisa de uma GNR coesa, robusta, musculada e eficaz, que constitua esteio de confiança para garantir a segurança e a ordem pública!

publicado por Zé Guita às 00:17
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Segunda-feira, 14 de Março de 2011

IMITAÇÃO DA LIBÉLULA - IV

           À evolução política, á mudança cultural e à crise social há que juntar ainda as tremendas crises, financeira e económica, internas e internacionais. E não se pode deixar de apontar também o relativismo moral, a inversão de valores, a degradação dos costumes, a violência nas ruas, o crime organizado, os poderes erráticos, as guerras assimétricas… São fortes mudanças e crises graves em simultâneo, configurando uma revolução civilizacional.

            As atribulações sofridas por Savonarola ainda hoje alertam para os perigos que impendem sobre quem se atreve a falar do futuro; o padre António Vieira, também foi perseguido mas conseguiu deixar-nos a “História do Futuro” e a visão profética do “V Império”, que vêm sendo cada vez mais valorizadas; de Emílio Salgari, foi largamente publicado na primeira metade do século passado o fantasioso “As Maravilhas do Ano 2000” que, sofregamente lido na nossa adolescência anos cinquenta, criou expectativas de futuro que vieram a revelar-se ultrapassadas quando comparadas com a realidade da viragem do século. Hoje em dia, são correntes as análises com carácter científico da prospectiva e da futurologia.

publicado por Zé Guita às 22:16
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Segunda-feira, 7 de Março de 2011

IMITAÇÃO DA LIBÉLULA - II

     

          As sociedades modernas encontram-se profundamente afectadas pelas novas tecnologias, pela mudança acelerada, pela competitividade e pela globalização. São frequentes e alastram os fenómenos de instabilidade, que geram insegurança e provocam situações de crise. O sentimento de insegurança alimenta-se das crises concretas do dia-a-dia, da delinquência, e também de ameaças difusas, sejam de natureza económica, política, social ou mesmo das chamadas incivilidades; a incerteza crescente e continuada daqui resultante instala-se no espírito dos homens e transforma-se em medo, acabando por estabelecer um clima de desconfiança e de precariedade.

publicado por Zé Guita às 15:29
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Sexta-feira, 4 de Março de 2011

IMITAÇÃO DA LIBÉLULA

 

            Os olhos de alguns insectos captam vistas em semicírculo, sabendo-se que os da libélula têm trinta mil faces, facultando uma panorâmica global. Tal capacidade sugere uma aproximação à realidade observando-a por diversos ângulos.

A construção de um pensamento ao longo do ciclo de vida, desde cedo e longamente navegada no âmbito multidisciplinar das Ciências Sociais, atingiu actualmente - fruto da premência de um tempo restante marcado como bastante tribulo – um modo de abordagem temática metodológicamente ambíguo. Num esforço quase final para entender a realidade e projectar caminhos de futuro, procurando uma visão ampla, recorre-se a enquadramento multifacetado, por vezes subjectivo e um tanto especulativo, mais da Filosofia e até da Literatura do que de matérias objectivamente adquiridas em Sociologia, Politologia e Estratégia. De qualquer modo, numa abordagem quanto possível centrada na Sociologia mas tendencialmente holística, tenta-se “pensar” a sociedade portuguesa altamente instável que somos, enquadrada num mundo cada vez mais complexo.

Os três últimos decénios do século XX foram bem marcados por diversos alertas sobre as grandes mudanças inerentes à Pós-Modernidade, cuja leitura atenta nos conduziu à convicção de estarmos a viver, mais do que simples mudança cultural, uma autêntica revolução civilizacional. E, conjugando os mais recentes sinais, numa visão facilmente apelidada de pessimista mas que os factos continuam a confirmar, temos vindo a conjecturar que o Mundo Ocidental se encontra envolvido num processo que vai sendo caricaturado como similar à “queda do Império Romano”.

publicado por Zé Guita às 23:33
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Quinta-feira, 23 de Dezembro de 2010

A FESTA

NATAL é nascimento.

O Zé Guita deseja a todos os visitantes que tenham um bom Renascer, de acordo com o Espírito do Menino. E que dure todo o ano de 2011.

publicado por Zé Guita às 22:11
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Segunda-feira, 22 de Novembro de 2010

ESTRATÉGIAS E SEGURANÇA

 De há uns anos a esta parte, têm sido concretizados factos entendíveis como esforços no sentido de caminhar para a civilinização e a desmilitarização da Guarda enquanto instituição “corpo militar de polícia”; organizada como “corpo especial de tropas”; garantindo um “serviço de segurança pública” ao funcionar como polícia administrativa e polícia criminal, força de proteção e socorro em situações de emergência, reserva musculada, pronta, imediata, disponível e também apta para cumprir missões no âmbito da Defesa Nacional; afirmação militar da soberania nacional presente em todo o território do País. O percurso descaracterizador que de inicio avançou por pequenos passos tem, ultimamente, denotado alargar o passo e mesmo deixado aperceber sinais de tendência para entrar em passo de corrida.

Fica claro que a Guarda é muito mais do que apenas um corpo de polícia, constituindo-se antes como uma Terceira Força, possuidora de natureza e meios militares, com funções civis; força de charneira imediatamente apta, muito especializada e com cultura organizacional específica para cumprir missões civis ou militares, ligando-se naturalmente com as Polícias civis e com as Forças Armadas, e actuando igualmente quer sob direção civil quer sob comando militar.    

Porém, para além das ideologias, dos interesses civilistas e militaristas, a alguns políticos e decisores do Estado pode acontecer que a questão se coloque apenas em termos de optar por ter uma Guarda militar ou caminhar para uma Guarda civil. Ou seja, preferir uma Guarda “quarto ramo” ou uma Guarda “polícia de segunda”. No primeiro caso pode esperar-se forte oposição e mesmo boicote dos movimentos civilistas; no segundo caso contraria a dualidade e dificilmente se justifica a sua existência.

A dificuldade em concretizar uma destas duas linhas estratégicas acaba por dar origem a uma linha de solução maquiavélica, satisfazendo parcialmente interesses de fações opostas: dividir as atribuições da Guarda e distribui-las entre uma polícia civil única e as forças armadas.

Num quadro de grande instabilidade geral, por um lado, repetem-se declarações de altos responsáveis políticos e governamentais quanto à manutenção do modelo da dualidade policial, aliás concordantes com a legislação orgânica; por outro lado, as diferentes tendências em campo tentariam introduzir modificações reestruturantes, descaracterizadoras do paradigma gendármico, acabando por gerar grande indefinição e visível mal estar. Isto, quando mais que nunca a conjuntura exige uma Guarda de confiança.

Sendo intuitivo questionar sobre a eventual autoria do planeamento e da manobra, encontram-se factos e sinais que indiciam a existência de grupos de pressão que teriam impulsionado os referidos pequenos passos e vão acelerando o andamento. Isto enquanto a Guarda se mantém em prudente silêncio, aparentemente passiva ou no mínimo expectante.

 Lembrando que não é a primeira vez que a identidade e a autonomia da Guarda são ameaçadas, importa reconhecer que está lançado forte desafio, que pode ser avaliado como perigo para a prevalência da Guarda caso se concretizasse o maquiavélico “atirar barro à parede”.

 E, ao que parece, para defender a praça não basta o bom desempenho da missão pela Guarda. É imprescindível que políticos, legisladores, decisores e mesmo opiniões públicas sejam completamente esclarecidos sobre o que está em jogo, ultrapassando argumentações oriundas de hipotéticos e meros interesses corporativistas.

A Guarda, pilar da Lei em prol da Grei, garante de uma res publica em Democracia, é por demais importante para Portugal.

publicado por Zé Guita às 22:14
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Quarta-feira, 20 de Outubro de 2010

CAMINHOS E SEGURANÇA

     Cavalgando as ondas revolucionárias da Terceira Vaga e da Globalização, que originam grande instabilidade; aproveitando as incertezas e  os problemas característicos das crises, que geram insegurança; tendências ligadas a ideologias diversas, interesses de vários grupos e algumas  ambições individuais aproveitam a oportunidade para impulsionar e atingir os seus próprios objectivos. Como tudo é altamente pressionado por tempos cada vez mais apertados, além do escasso amadurecimento, impera o oportunismo das soluções apresentadas para resolução das crises.

     Nesta conjuntura, aos defensores de "ismos", interesses, ambições, libertinagem e criminalidade, convém um Estado fraco, vulnerável aos jogos de poder sectoriais e umas forças e serviços de segurança carentes de autoridade e condicionáveis por estruturas civis.  

      A GNR, pelas suas características, entre as quais avulta a natureza militar, "incomoda muita gente", mas  continua a ser a Guarda de Confiança.

      Porém, exactamente por incomodar, constitui alvo preferencial de malquerenças, de competição, de manobras concorrenciais para desvio de valências, de  tentativas para desqualificar operacionalmente e anular em termos economicistas a Instituição "corpo militar de polícia" com mais de 200 anos, a Organização "GNR" com 100 anos, a Profissão "guarda" assente em valores tradicionais e modernização continuada, sólida, que luta pelo equilíbrio entre profissionais polivalentes e especialistas.

 

     Às hostilidades adversas podem ser somadas as carências e os apetites do "fantasma de César" - o poder policial absoluto, radical,  inábil e violento porque marginal, na posse  maioritária ou mesmo exclusiva de forças armadas - e do "fantasma de Fouché" -  o poder policial absoluto, radical, abusador e torcionário de uma polícia única, que pode arvorar-se em contrapoder - os quais concentram esforços numa janela de oportunidade para a procura de soluções  pretensamente salvadoras. Isto, na pior altura para uma sociedade altamente desestabilizada e com graus crescentes de insegurança, necessitando mais que nunca de ter ao seu serviço uma força pública de confiança, alheia a influências sectoriais e que garanta a autoridade do Estado

       É insano pensar que o Estado democrático pode perdurar sem umas Forças Armadas efectivamente empenhadas na Defesa  Nacional. Se têm que ser de pequena dimensão, parece racional que se concentrem na sua função essencial, não podendo dispersar formação e meios a distrair-se com tarefas policiais, que exigem total disponibilidade permanente e grande e complexa especialização.

      É perigoso concentrar as forças de Segurança Interna  numa polícia única de natureza civil: corresponderia a alienar para grupos de interesse da sociedade civil parte substancial do poder soberano, ficando o Estado  refem dos sindicatos de polícia. A funcionalidade exclusiva tenderia para propiciar abusos e poderia mesmo dar lugar à formação de um contrapoder. Seria complexo e dificilmente operacional atribuir a uma polícia única civil as missões e tarefas militares retiradas da GNR. 

 

 

     Revoluções e crises, já bastam as que estão em curso, agravadas por reestruturação errática e errónea. Corrigir, melhorar, optimizar a Guarda enquanto força de segurança, gendarmaria, Terceira Força, charneira entre as forças armadas e as polícias civis certamente que é mais fácil, mais rápido, mais económico, mais funcional, mais eficaz do que revolucionar o Sistema de Segurança Interna, optando precipitadamente por modelo oriundo de sociedades muito diferentes, cujos contornos são altamente duvidosos, que levaria pelo menos uma dezena de anos a estabilizar e cuja eficácia seria uma incógnita. 

     Num ambiente em desagregação, que alguns pretendem "quanto pior melhor", apresenta-se como necessário diligenciar e demonstrar que "hora a hora a Guarda melhora", conquistando confiança e alicerçando legitimidade para exercer autoridade.

    

    

 

 

 

 

 

 

 

 

       

publicado por Zé Guita às 12:06
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