Em 1960, na sua obra fundamental para a sociologia militar, ao perspectivar o futuro da profissão militar, Janowitz aponta a necessidade de os soldados se adaptarem equilibradamente às armas convencionais e às modernas, preparando-se para enfrentar novos tipos de guerra. Assim, deveriam os militares redefinir os seus requisitos profissionais, tendo em atenção que “o uso da força nas relações internacionais foi alterado de tal maneira que parece apropriado falarmos antes de forças policiais que militares.” Em termos práticos, a força militar em prontidão permanente transformar-se-ia em força policial.
No dizer do autor, a concepção policial instala-se, ao reconhecer a existência das dimensões estratégicas de guerra e das tácticas de guerra limitada, dificultando distinguir a actuação na guerra e na paz.
“O soldado profissional resiste a identificar-se com a polícia, e a profissão militar tem lutado para se distinguir da polícia interna. ... O militar tende a considerar as actividades policiais como sendo de menor prestígio e menos honrosas”. Para Janowitz a concepção policial não se refere à função policial na segurança interna, sucedendo que por este caminho haveria prejuízo para o conceito policial nas relações internacionais. Refere a propósito que o militar profissional de uma força policial deve estar preparado para suportar as pressões que resultam de situações constantes de tensão e alerta.
(JANOWITZ, Morris – O Soldado Profissional. Rio de Janeiro: Edições GRD, 1967.)
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