Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2007

O MODELO GENDÁRMICO DA GNR

     O alastramento das questões de segurança  e insegurança junto do grande público justifica que se faça um esforço para melhor entender "as polícias". Por parte dos esboços lançados neste blog tem-se procurado contribuir neste sentido. Um dos temas que provavelmente merece ser aprofundado  diz respeito à dualidade policial  que vigora entre nós - um corpo militar de polícia, a GNR, e um corpo civil de polícia, a PSP. Em especial, procuremos conhecer melhor o corpo militar de polícia e o seu modelo gendármico.

      A GNR, desde as suas origens em 1801 como instituição militar e policial, seguiu a matriz da Gendarmeria Nacional de França.

      A comunicação social não passa um dia sem referir a Guarda, passando dela  imagens ora positivas ora negativas, por vezes deformantes. Os cidadãos dão pela sua existência e emitem sobre ela opiniões, geralmente pouco ou mesmo nada fundamentadas. Interesses políticos,  corporativos e económicos não a perdem de vista.  

       Mas quem são, como vivem e trabalham esses "servidores da ordem, receados e respeitados, que desempenham tarefas cada vez mais diversas e complexas"? Quais são os valores desta comunidade dos guardas, gendarmes, que são pessoas em interacção com as populações e não meros autómatos fardados? Quais são os problemas deste serviço público, muito diferente dos outros serviços, que tem vindo a evoluir ao longo dos tempos e continua a modernizar-se?   

         

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publicado por Zé Guita às 12:29
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