Não estou habilitado para realizar um exercício crítico sobre os subsídios compensatórios ultimamente legislados. Mas lá que me levantam sérias dúvidas é facto indiscutível.
Na tentativa de compensar alguns mais sacrificados, consegue-se antes gerar insatisfação alargada, que tem efeito desagregador no efectivo. De resto, a solução encontrada tem aspectos algo "folclóricos", que suscitam reivindicações de azimutes e altitudes vários no meio militar e comentários jocosos na comunicação social.
Desde há muito que me interrogo por que razão não se nota nas discussões prévias nem nas posteriores à tomada de decisão para atribuir compensações a corpos especiais do Estado a realidade seguinte:
- as FA têm condição/servidão militar;
- a PSP tem condição/servidão policial;
- a GNR tem dupla condição/servidão, militar mais policial.
Parece um critério base racional para análise de um possível impasse em que todos querem fazer valer os seus direitos. É discutível, mas parece ser realidade pouco evidenciada, razão maior para não passar sem discussão de modo a avaliar "pesos relativos" na óptica da servidão.
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