Os casos de violência belicista no Iraque, no Afeganistão e com alastramento deste ao Paquistão criaram uma situação de alta insegurança no Médio Oriente, transformado em zona de guerra, envolvendo aplicação de forças militares do Ocidente, da Nato, da Europa...
Os acontecimentos que têm vindo a "explodir" e continuam a desenrolar-se na Tunísia e no Egipto , ameaçando estender-se a todo o Norte de África, constituem um mau preságio, altamente preocupante para o Ocidente em geral e para a Europa em especial.
O "incêndio" da margem sul do Mediterrâneo abre caminho ao radicalismo violento, concretizando a tese de Samuel Huntington sobre o "Choque das Civilizações". E a União Europeia terá muita dificuldade em evitar transformar-se no palco do conflito.
O efeito de contágio já vem ganhando expressão nas ruas de diversas cidades da Europa, que parece continuar convencida de ser alheia à degradação da Segurança Internacional, do Estado e dos cidadãos.
Portugal é Europa, é Ocidente, é NATO. Portanto, num conflito cuja crise está radicalizada e em fase de confronto se encaminha para a alta violência, com resolução imprevisível, é um alvo, tanto mais provável quanto menos empenhado em Segurança e mais vulnerabilidades apresentar.
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